Dica

Para viver mais e melhor

Coma a metade do que come;
Ande o dobro do que anda
Sorria o triplo do que sorri.

Sabedoria oriental - Desconheço autor.

Então gente, comer pouco, exercitar bastante e sorrir bastante torna nosso dia a dia melhor. Sobre sorrir, nada melhor que acordar e dar de cara com uma pessoa alegre, otimista, que te deseja um BOM DIA daqueles que vem lá de dentro, em que você sente mesmo que é essa vibração positiva que a pessoa quer te passar.
Fujo de pessoas que acordam mau-humoradas. Sorrir faz bem a pele e evita rugas. :)

Beijos a todos e ótimo fim de semana.
Sábado e domingo estarei fazendo os cursos (citados abaixo) durante quase todo o dia. Depois conto pra vocês como foi.
Lu Souza Brito

Cursos

estudando
Ilustração: Maurício de Sousa

Este fim de semana assisti uma palestra em São Paulo (Teatro Santo Agostinho, próximo a Estação Vergueiro), sobre Programa de Desenvolvimento Pessoal e Profissional. O tema era: Desperte o Gigante que Existe Dentro de Você. Os módulos inclui: PNL (Programação Neurolinguística), Técnicas de Memorização, Técnicas de Leitura Dinâmica e Os Segredos na Arte de Persuadir. Foi a melhor palestra que já assisti até hoje. A palestrante (Maria de Lourdes Ferreira Machado - Lurdinha) é psicóloga. Sua formação em neurolinguística foi desenvolvida com o autor da técnica – Dr. John Grinder. Ela tem mais de 36 anos de carreira, já treinou mais de 1 milhão de profissionais em todo país em empresas e entidades renomadas. (fonte aqui)

Foi interessante do princípio ao fim. A palestrante conseguiu prender a atenção de todos (750 pessoas) durante 3 horas. Saí de lá com vontade de fazer cada um dos módulos, porque, claro, a palestra foi só uma amostra de tudo que podemos desenvolver, aprender com o curso. Decidi fazer primeiro o módulo sobre PNL e Leitura Dinâmica, que acontecerá no próximo dia 26 e 27/2 no Espaco Paulista de Eventos (Av. Paulista).

Este curso veio no momento certo, tenho certeza disso. Depois conto mais para vocês. Ando com preguiça de escrever, andei lendo os ultimos posts de todos vocês que estão ali na minha listinha: as poesias da Glorinha, as Belezas de Niterói postado pela Beth Lilás, os hotéis charmosos e requintados que a Luma nos mostrou e também o video de hoje sobre Vida Qualificada x Qualidade de Vida, a Festa das Virgens de Verdade da Ana Carla, as Novidades de Lu com seu mural (adorei!) e tantos outros. Quem ainda não leu, vale a pena conferir.

É possível que eu fique alguns dias sem postar por aqui. A reforma da minha casa está me ocupando a mente pelo menos umas 18horas por dia (as outras 6 horas estou dormindo - e ainda sonho).
Beijos a todos.
Lu Souza Brito

Sonho....

Gostaria de fazer parte dessa paisagem. Você não??? Com estes dias quentes e cheio de brilho do sol chego a sonhar com uma tarde neste pequeno veleiro.

Imagem: Jean Marc Janiaczyk

Beijos e ótima semana a todos.
Lu Souza Brito

Terapia do Desabafo

Quais são as suas lembranças de infância? Você acha que foi uma criança feliz?
Fiquei tocada pelo post da Nina, do Entre Mãe e Filha, em que ela fala sobre as tristezas que ela carrega da infância. Algumas coisas ali parecia minha realidade e isso me motivou a escrever este post.

Se fui uma criança triste? Sim e não.
A vida ao ar livre em uma pequena cidade do interior de Minas, o contato com bichos, plantas e tudo que é saudável e atrai as crianças tornam minhas lembranças de infância feliz.

Por outro lado, eu me lembro que sempre fui muito criticada em casa e na rua. Porque falava demais, porque gostava de brincar mais com os meninos, porque era teimosa, porque era respondona, porque era medrosa, porque era feia.
Em casa não tinha ninguém bonito não. Pelo menos eu não achava isso quando era criança.
Para mim eram todos chatos, feios e ruins. Nunca me senti acolhida quando criança. Não me lembro de um carinho sequer. Era só tapa, chute, empurrão, cascudo de quase todos. Tinha apenas uma irmã que sempre foi mais atenciosa com todos. Mas ela nao morava sempre conosco.
Em casa eu era a branquela azeda, a manteiga derretida, a "raspa do tacho" e isso significava que meu lugar era o último naquela família. Jamais teria preferência em qualquer coisa que fosse.

Eu buscava agradar, nunca consegui. Reclamavam até da fome que eu tinha, era chamada de "zoiúda, barriga de nós todos". Na escola era discriminada por ser a que não tinha lancheira, então as "tias" da merenda me escondia na cozinha durante o recreio e me dava um copo de café com leite e bolachas. Criança é um bicho ruim e preconceituoso em sua maioria. Era excluída por muitos por ser mais pobre, por usar roupa de meninos (maioria doação que minha mãe recebia), por ser orfã de pai, por ter cabelo ruim. As coisas só melhoravam quando percebiam que eu tinha as melhores notas da sala, então os sangue-sugas mirins se aproveitavam. Eu na minha carência afetiva, ansiosa para ser aceita, quase implorando para ter amigos, virava a professora de todos. Lembro até de ir na casa dos coleguinhas ajudá-los com as lições.

Quando adolescente, era peituda num corpinho magro e franzino. Ahhh e ainda tinha a sombrancelha de coruja. Mas o tempo vai passando, a gente vai se aceitando e como disse a Nina, a gente começa a se Amar. A dizer mais Não aos outros e mais Sim a nós mesmas.

Porém, estas marcas ficam. A gente tenta esquecer, deixa lá no bauzinho da cachola, mas são memórias tatuadas e nos segue até mesmo quando não estamos dando fé delas. A minha infância inteira tratei de ser uma boa aluna e nunca voltar para casa com uma nota vermelha para não decepcionar minha mãe. Por ela não ser alfabetizada, sabia que isso era uma coisa importante para ela. E eu queria ter a admiração dela. Admiração essa que só era demonstrada quando me citava em alguma conversa com outros pais de alunos. Um elogio direto, nunquinha.

Participava das danças e apresentações da escola, recitava poesia no Dia das Mães, fazia teatro. Era uma decepção atrás da outra, porque ela não ia me assistir. Não me lembro os motivos do não comparecimento, provavelmente não podia mesmo porque estava trabalhando pesado (na roça em serviço braçal) para sustentar eu +5. E lá ia eu chorar sozinha, escondida, porque ninguém ligava para mim e ainda me xingavam se me vissem chorando.

Hoje sou extremamente exigente comigo mesma e com os outros, porque essa foi a única maneira que encontrei das pessoas me notarem. Então eu sempre fui a boa aluna, a boa filha, a boa funcionária. Era considerada exemplo pelas mães das minhas amigas, o que as deixavam fulas de raiva comigo, mas funcionava quando queriam fazer algo que as mães não deixariam se estivessem sozinhas. Sabiam o quanto eu era certinha. Nunca transgredi regras por medo da rejeição. O máximo da minha má conduta foi encostar um cigarro na boca quando tinha 16 anos e matar aula (já na Universidade) para ir a uma festa de calouros.

Tenho algumas amigas que me acham o máximo, dizem que sou corajosa, determinada, exemplo de persistência, sou centrada, boa ouvinte, etc etc etc. Costumo brincar com elas perguntando se estão mesmo falando de mim ou de outra pessoa. Porque eu não me vejo assim. Teimosa eu sei que sou, também sou alegre e conversadeira.
Mas quando me olho no espelho vejo uma figurinha encolhida, com medo do mundo, com medo de mudanças, de um olhar atravessado. Como a Glorinha disse uma vez, eu rejeito antes de ser rejeitada, não sei lidar com isso. Fico martelando por que, o que eu fiz e no final sempre acho que a culpa deve ter sido minha, por causa do meu jeito.

Ainda acontece de receber um elogio e desconfiar se é de verdade mesmo. Penso muitas vezes que não mereço o que tenho. Que meu marido é bom demais para mim. Que eu não posso querer muito, porque já tenho o bastante. Talvez porque sempre fiquei com as migalhas: de amor, de atenção, de carinho. Meu marido é o homem mais atencioso e carinhoso do mundo e eu digo que Deus soube o que fez colocando-o no meu caminho. Ele me ensinou a ter confiança em mim (e nos outros), a não me fazer de vítima, faz eu me sentir linda, amada, competente. Aprendo muito com ele diariamente. Acho que ele está anos luz de evolução a minha frente, mas não o endeuso não, nada disso. Admiro, respeito, amo demais e agradeço sempre por tê-lo em minha vida. A convivência com a família dele, principalmente com a minha sogra, que é uma pessoa que amo e admiro muito também me ajudou a vencer estes traumas. Com eles aprendi a demonstrar meus sentimentos. Meu sorriso ficou mais largo e meu coração mais brando. Com isso melhorou até a relação com minha mãe. Antes de casar não me lembro de uma única vez ter dito a minha mãe que a amo, que a admiro, que o que sempre quis na vida foi deixá-la feliz!


Vocês devem achar que estou fazendo drama né? Mas mal contenho minhas lágrimas enquanto escrevo tudo isso e tantas recordações me vem a mente. Deve ser a tpm, deve ser o "Novo Normal" não sei...ou é só vontade de desabafar mesmo. Nunca comentei isso com ninguém.

Ahhh e apesar do momento "terapia blogal", não estou triste não, pelo contrário. Minha reforma está indo bem, sem muitos stresse. Pedreiro bom. Já comprei diversas coisas para minha futura caixinha de fósforo. Ganhei hoje uma cama box novinha em folha (a escolher). As coisas vão seguindo seu rumo normal. Estou feliz!

Um beijo e ótimo fim de semana a todos.
Lu Souza Brito

Declaração

E no meio de tanta gente eu encontrei você                                
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça  você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais
Na vida

Eu podia ficar feio   só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito  mais esperto  
E podia estar tudo agora dando errado para mim
Mas com você  
Dá certo       
                           
Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais          
Por isso não vá, não vá embora  
Por isso não me deixe, nunca nunca mais
não não não não

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero
Não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais
Por isso não vá, não vá embora  
Por isso não me deixe, nunca nunca mais não não não não
Por isso não vá embora Por isso não me deixe nunca, nunca mais
   

Fã declarada de Marisa Monte. Meu CD preferido é o Declarações de Amor, que tem “Não é Fácil”, “Gentileza”, “Tema de Amor” (minha favorita). Mas esta aqui é minha declaração para meu love.

Desejo a todos um lindo fim de semana (que calor é esse gente?)
Lu Souza Brito

Teste

Alô, testando….

Sonolência, cansaço, dor nas pernas. Dor de cabeça, enjôo. Affffffffff.

Estou testando a configuração do Windows Live Writer conforme dicas da Elaine Gasparetto que você pode conferir AQUI

Testando C O R E S , tamanhos, marca dágua. Ebaaaaaa. Tô fuçando, fuçando. Que bom, estou aprendendo a deixar meus textos com a cara mais mais, sabe?

Via uma palavra escrita e riscada assim ó e ficava encafifada como fazer. Agora já sei, ahahah.

Obrigada a Elaine e também a Luma que SEMPRE tem dicas ótimas sobre como administrar o blog e outras coisinhas mais.

Beijos a todos.

Aqui, eu e meu negão tudibom na virada do ano (como se vocês já nao soubessem né?)

celo e lu

Disciplina

Das metas estipuladas para 2011, estou começando com o emagrecimento.

Sou do tipo de pessoa que não posso ser considerada nem fofinha. sou magra mesmo. Mas de uns tempos para cá fui ganhando centímetros em torno da barriga, cintura e até o rosto deu uma arredondadinha e isso tem me incomodado bastante.

Estou acompanhando a turma da dieta coletiva (só lendo) e tem dicas preciosas. Mas sabe o mais engraçado? Estamos carecas de saber o que faz bem, o que faz mal. Que não adianta dieta maluca, tem que se reeducar. Que não pode exagerar, que precisa fazer exercícios físicos, que o ideal é fazer algumas substituições (doce/fruta) Leite integral / desnatado; arroz e farinha branca por integrais, enfim. Mas cadê a vergonha na cara que não tomamos?

Há tempos que consumo o leite desnatado, pão integral, arroz integral, mas não só. Tem dias que não tem jeito. Não dá tempo, ou não dá vontade de fazer. Ou o arroz branquinho está mais convidativo, ou acabou o pão integral e ainda não passei no supermercado...

Estava desde novembro sem praticar exercicios físicos regularmente por alguns motivos: época que tive muitas dores musculares e iniciei a fisioterapia (por 1 mes), em dezembro saí de férias, então, enquanto estava em Ilhabela caminhava diariamente, depois que voltei, com a proximidade do Natal, acabei deixando para lá, pois ficou corrido casa/trabalho e não tinha ânimo para levantar cedo e caminhar antes de ir para o trabalho.

Janeiro estava com uma sobrinha pequena passando férias em casa, daí nao rolava ir para a academia (porque chego muito tarde). Logo depois me acidentei de moto e só esta semana pude volta a treinar, ainda assim com algumas restrições, pois ainda sinto um tiquinho de dor nos joelhos e no pé, mas já consigo calçar tênis.

Mas para mim, o que faz a diferença são os exercícios. Uma coisa puxa outra, então, se eu treino, chegando em casa meu cérebro me policia para que meu esforço não seja em vão. Daí eu como uma saladinha só, ou tomo um shake ou um chá. É otimo porque no outro dia amanheço com a barriga lisinha. Rsrsrs.

Vou me manter na linha! Emagreci 1kg em 1 semana só cortando o jantar. Estava com 56,5kg inicialmente. Minha meta é perder as gordurinhas excedentes, enrijecer pernas, bumbum e costas (tenho gordura localizada nas costas, odeioooo) e ficar com a aparência que eu gosto, me sentindo bem - independente de estar com 52 ou 54kg, por exemplo.

O exercício físico é algo que mexe com meu humor e auto estima de uma forma assim, maravilhosa. Uma semana de treino e já me sinto bonita, confiante, decidida a não me sabotar na hora da alimentação!

Até tirei umas fotinhas do antes para fazer a comparação depois.
Desejo a todos um excelente fim de semana com muita saúde (e alimentação moderada).

Beijos
Lu Souza Brito
Foto daqui