O ecoturismo é uma forma de turismo voltada para a apreciação de ecossistemas em seu estado natural, com sua vida selvagem e sua população nativa intactos.
Nestas áreas, geralmente as visitas são feitas em pequenos grupos, para apreciação e interpretação da natureza. Praticar o ecoturismo é mais caro que uma viagem convencional, com grupos gigantescos. Na maioria das vezes o turista "comum" sai do destino visitado com pouca ou nenhuma informação nova, já que, diferente do ecoturismo, não se preza a qualidade, a experiência, a vivência. O ecoturismo visa sensibilizar os turistas para as questões da preservação da natureza.
Destinos como Fernando de Noronha, Bonito, Jalapão, Pantanal e Amazônia, as três chapadas além dos parques nacionais são os maiores pólos para ecoturismo no Brasil.
Comparado ao patrimônio, riqueza e potencialidade de nossos ecossistemas naturais, o ecoturismo no Brasil atualmente ainda é pequeno, apesar de emergente. Organizações ambientais e especialistas da área indicam a necessidade de implantação de uma política nacional clara e integradora para o setor, bem como programas públicos e privados desenvolvidos com planejamentos.
Os números do ecoturismo
Segundo a Organização Mundial do Turismo, enquanto o turismo convencional registra um crescimento de 7,5% ao ano, o ecoturismo ultrapassa 20%.
Atualmente o Brasil tem cerca de meio milhão de ecoturistas, que são
atendidos por 250 operadores e agências especializadas.
O mercado brasileiro de ecoturismo movimenta 500 milhões de reais por ano e gera 30 mil empregos diretos
Outras nomenclaturas como: turismo verde, turismo responsável, turismo rural, turismo ecológico, turismo alternativo na verdade são partes ou derivações de uma generalização chamada ecoturismo.
Atividades consideradas ecoturismo:
Tirolesa, cavalgada, passeios a pé em veredas e "levadas", snorkeling e flutuação, bóia-cross, observação de aves, cicloturismo, observação de fauna e flora, espeleologia, estudos do meio ambiente, trekking, paragliding, asa-delta, balonismo, canyoning, rafting; turismo geológico.
Os princípios do ecoturismo, definidos pela Sociedade Internacional de Ecoturismo:
* Minimizar impactos;
* Construir consciência ambiental e cultural e respeito;
* Proporcionar experiências positivas tanto para visitantes como anfitriões;
* Proporcionar benefícios financeiros diretos para a conservação da natureza;
* Proporcionar benefícios financeiros e novas oportunidades para as populações locais;
* Contribuir para o desenvolvimento da consciência política, ambiental e social nos países anfitriões;
* Apoiar acordos e direitos humanos internacionais.
Como ser um ecoturista consciente durante a viagem
* Enquanto você estiver viajando, minimize os impactos ambientais, sociais e econômicos da sua visita;
* Lembre-se: você é o convidado;
* Seja culturalmente sensível e respeite os costumes locais;
* Fique o tempo suficiente em cada lugar para poder apreciá-lo;
* Viaje por meio de seus próprios músculos;
* Seja cuidadoso em não introduzir plantas e animais exóticos;
* Deixe o lugar mais limpo do que você encontrou; * Familiarize-se com as regulamentações locais;
* Não utilize sabão ou detergente em áreas naturais;
* Quando viajando, gaste o dinheiro nos comércios locais;
* Considere as implicações da compra de produtos animais e vegetais. Não os consuma se a espécie estiver ameaçada de extinção, for rara ou se a atividade não é legalmente reconhecida;
* Não encoraje o comércio ilegal comprando produtos feitos com espécies ameaçadas.
Quando você retornar
* Fomente e gere um conhecimento natural e cultural dos lugares que você visitou;
* Considere os efeitos ambientais e culturais da sua visita. Forneça um retorno à sua operadora, sua agencia e às agências de governo (quem maneja a área)
** Eu já tive oportunidade de praticar o ecoturismo em locais como Ilha Anchieta (Ubatuba), Núcleo Santa Virginia (em São Luiz do Paraitinga), Ilha João da Cunha (Porto Belo), além das demais cidades do litoral norte de São Paulo, lugar onde cresci e pelo qual tenho muito carinho.
Mas o lugar que mais me surpreendeu foi Salesópolis e o Parque das Nascentes - onde nasce o Rio Tietê. 








Este post faz participa da Blogagem Coletiva da Glorinha do Café com BoloInstituto Aqualung; Noronha , Portal São Francisco; Wikipédia



















Acho que assim me conhecerão um pouquinho mais né? Deixo aberto para quem quiser participar. Fiquem a vontade.


A escolha das daminhas é um caso a parte! São fofas, embelezam o momento, apesar de não ser obrigatória a presença delas. Eu tive só uma - minha sobrinha Maria Jordana. As outras sobrinhas queriam, mas são maiores que eu, nao aceitei, rsrs.
Os bem -casados ficaram por conta da minhas irmãs. Deliciosos e lindos!
Mas a quando a gente resolve mesmo casar, fazer uma festinha, uma reunião entre amigos que seja, a gente não imagina o que existe de coisas, opções, para confundir a nossa cabeça, aumentar nossos desejos e levar nosso dinheiro. Eu descobri os bolos cenográficos (juro que nunca tinha ouvido falar). Você "aluga" um bolo super lindo ou manda fazer do seu jeitinho, inclusive com noivinhos personalizados, só para figuração, para fotos sabe? Tem opções também em que uma parte é comestível (geralmente a superior, em que os noivos partem o bolo juntos para a clássica foto). 




Minha opinião: casar é tudo de bom! E casar que eu digo é casar mesmo, fazer uma comemoração da maneira que acha que deve, usar o vestido de noiva (ou não), casar na igreja (ou não). É um sonho e cada um sonha de um jeito né? O importante é realizar. Depois da festa, da cerimônia, vem o dia a dia. É neste tempo que nos descobrimos, nos apaixonamos e reapaixonamos diariamente. Conhecemos os "defeitos", o que nos irrita, o que nos incomoda. Por isso é bom entender antes mesmo de casar que temos momentos bons e ruins, que nem todo dia estaremos alegres, bonitos e de bom humor. Que ceder é importante e se impor quando necessário também. Que viver juntos é um eterno equilibrio. Mas com respeito, tolerância, amor, cumplicidade a vida pode ser muito Feliz! Eu sou extremamente feliz e se preciso fosse, casaria novamente. E não é conversa de recém-casada não, porque entre namoro, noivado, período de experiencia e casamento em si já se vão 10 anos!



Adoroooo este negão!


