Na Esquina do Tempo, nº 50, você descobre que não é preciso chegar a menopausa para se descobrir, para se conhecer melhor. Tantas mulheres, desejos, sonhos, angustias, frustrações, alegrias, vaidade, ingenuidade?
Quantas delas cabe em nós? Uma, algumas, todas?
Quantas delas cabe em nós? Uma, algumas, todas?
Este livro me fez perceber bem além das muitas mulheres citadas, dos seus pensamentos e vivências; consegui enxergar que sempre é tempo para o auto conhecimento, para a reflexão, para a auto análise, como a autora mesmo cita.
Gostaria de ser culta como a Juno, mas por vezes me sinto atormentada como Hera, mesmo não tendo a experiência de vida da mesma. Me identifiquei bastante com a Cybele....
Mas é com Clio, a Guardiã de Memorias engarrafadas que tento tirar o maior exemplo. Por outro lado, Deus me livre de ser como Perséfone.
Gostaria de escrever um tantão sobre o livro, que é prazeroso de ler por que ali nos enxergamos, ou então refletimos sobre coisas que somos / fazemos / queremos, mas que devíamos modificar.
Não sei resenhar, mas Glorinha, saiba que Amei seu livro. Vi ali irmãs, mãe, tias, conhecidas, eu mesma. Não preciso puxar saco por que você não precisa e nem gosta disso, esta é a minha opinião sincera! E eu recomendo.
Um grande beijo.
Lu Souza Brito


Eu amei este livro e hoje a caminho do trabalho, ainda reli alguns trechos. Fala sobre a dor de um pai ao ter sua filha desaparecida, com evidencias de assassinato brutal e os seus questionamentos com Deus após este acidente. Algum tempo depois ele tem a oportunidade de estar na cia de Deus e ali todas as suas feridas são abertas e ele começa a compreender seu sofrimento. Um livro com uma maneira nova e atraente de falar do Amor de Deus por nós. Como nós o enxergamos e como ele realmente é. Para mim, foi uma experiência muito válida e me fez refletir acerca de muitas coisas.
