Fotografias

Ainda sobre o ritmo frenético que vivemos atualmente, onde se tiram milhões de fotos, que ficam esquecidas em máquinas digitais, computadores, Ipads, pendrives e etc,  esta semana decidi aproveitar momentos mais tranquilos para fazer uma seleção de fotos e enviar para impressão.
É, isso mesmo. Foto para mim é como livro. Tenho que tocar, sentir na minha mão. Digital é muito bacana, mas não é a mesma coisa.
Claro que nem todas são aproveitáveis para revelação. 
Eu costumo revelar através do site da Livraria Saraiva. Já utilizei o serviço deles outras vezes, inclusive para montar meu álbum de casamento e gostei muito da qualidade da impressão. E o serviço não é caro, comparado com o que pagávamos nas fotos de filme (rolo). 
Sou exibicionista, então gosto de fotografar e ser fotografada, portanto,  passei minha adolescência inteira com uma máquina na mão e contando as moedas para revelar tantos filmes. E quando gostava da foto, lá ia eu com os negativos pedir cópias.

A tecnologia nos trouxe muitos benefícios e agora podemos ter estes serviços com muito mais praticidade. 
E você, me conta aí... tem muitas fotos esquecidas em arquivos?Ainda gosta das fotos impressas, como eu?

Agora, falando em fotografias, tecnologia, celulares, etc, li um artigo bem interessante sobre isso, retratando a nossa obsessão com estes itens tecnológicos, em especial, os celulares:

Um famoso e tradicional restaurante de New York começou a receber muitas reclamações. Os clientes diziam que os serviços pioravam cada vez mais. Queixavam principalmente do tempo de espera.
O gerente então, contratou uma empresa de consultoria para entender o motivo da contínua insatisfação.

Constatou-se que atendem quase o mesmo número de clientes que atendiam 10 anos atrás,porém, o serviço está mais lento, mesmo contratando mais funcionários e reduzindo o menu.

Utilizando o serviço de vigilância, decidiram comparar com um vídeo de 10 anos atrás para entender como os empregados estavam se comportando.

A surpresa constatada após a comparação: os clientes atuais reclamam  mais, pedem para trocar de mesas mais vezes, pegam os celulares antes de abrir o cardápio. Demoram muito mais para fazer o pedido, pois estão muito entretidos com os celulares e com os selfies.
Pedem os garçons para tirar fotos em grupo (mais de uma quando não acham que ficou boa), o que atrasa o atendimento dos garçons em outras mesas.
Devido a esta demora, os pedidos de reaquecimento de pratos ocorre mais vezes. 
Entre pagar a conta e sair também houve considerável aumento de tempo. E muitos colidem com outras mesas ou  garçons ao sair (digitando enquanto andavam).

O que podemos concluir com isso?

Fonte: themetapicture.com






Sobre escrever

Puxa, fico envergonhada com minhas idas e vindas aqui.
Tento voltar, mas a preguiça me puxa de um lado, outras redes sociais do outro e no fim, acabo não postando nada.
Achando que resolveria, configurei as postagens para somente convidados. Na verdade não é nada disso, foi apenas uma forma de deixá-lo quietinho até que resolvesse voltar.

Foi um choque pensar, nossa, meu blogue fechado, que coisa antipática (gente, nada contra quem faz).
Enfim, espero que este seja o empurrão que eu precisava para voltar.

Agora, sobre o tempo...
Vamos combinar que não tem nada a ver com falta de tempo né?
Novas coisas surgiram, outros compromissos, pessoas, locais, redes e a gente vai se envolvendo.
E é bom, não vou dizer que não penso assim...mas daí você (Eu) fui deixando algumas coisas para lá.

Exatamente hoje, o que me faz voltar ao blog é a necessidade deste tempo para pensar, escrever, mesmo que seja este monte de bobagens que estou escrevendo. Percebem como é um exercício? Uma pausa para reflexão, sobre si, sobre o tempo, sobre as pessoas ao redor?
Facebook não permite isso. Eu sou do tipo que ainda leio os artigos gigantes, mesmo lá. Segundo as pesquisas, estamos na era das pessoas que lêem apenas as manchetes. Uso também bastante o canal para ler noticias diversas, saber sobre cursos online, entre outras coisas. E funciona bem. Mas o que tenho reparado que o volume de informações deixam a gente meio abobado. É como se soubéssemos de tudo, numa velocidade que não somos capaz de assimilar. Então, tudo cansa, tudo é muito óbvio. Coisas que antes despertavam seus interesses se tornam enjoativas pela repetição.
Estive com minha irmã dias desses e, perguntei sobre a filha, que passou o mês de férias em outro estado. Ela me disse: ' Bom, foi tudo aquilo que está no FB. Não tem novidades agora com as redes sociais, já que todos ficam sabendo até o que comeu no café da manhã.'
É isso né gente?

Eu sinto falta de escrever, apesar que tenho praticado da forma mais natural nos últimos meses: a mão, com lápis, caneta e alguns cadernos de anotações.Isso se deve a alguns cursos que tenho feito, participando de coaching sobre temas diversos também, que alega que a escrita a mão exercita o cérebro, desenvolve o pensamento, a criatividade, etc, etc, etc....

É isso!
Um beijo

Tente outra vez

Olá pessoal

Há algum tempo estou querendo voltar a blogar (frequentemente). De fato, não cheguei a abandonar ou fechar o Lichia, mas com nove posts no ano passado, não posso dizer que sou uma blogueira ativa.

Vou confessar duas coisas:
A primeira é que eu estou viciada no Facebook (help-me :))
A segunda é que ao longo destes quase 06 anos do blog, muita coisa mudou e perdi um pouco a vontade de ficar escrevendo aqui.

O Facebook é uma diversão instantânea, lá fica bem complicado expor nossas opiniões como fazemos aqui.
As vezes eu leio uma noticia ou acontece alguma coisa comigo e penso: isso daria um ótimo post. Então construo mentalmente, mas desisto de postar.
E por mais contraditório que pareça, uma vez que o blog é aberto para quem quiser ler, aqui eu sou muito mais a LU do que lá. Só aqui eu falo de sentimentos, de dúvidas, divido os perrengues da vida, das contas bancárias apertada para a reforma da casa ao tratamento da artrite, aos preparativos do casamento. Por lá, são as banalidades da vida, sim, tem coisas bacanérrimas, informações repassadas na velocidade da luz, mas tem muita intriga, muitos moralistas, juízes. Tudo toma uma proporção gigante e no dia seguinte, não nos lembramos de mais nada.
Por isso, não gosto de 'linkar' meus posts do blog no Facebook. Não são todos da minha rede que eu gostaria que viesse por aqui.

Outra coisa, a foto ali ao lado, com o rosto magrinho, cabelos lisos e aparência de 25 anos não me representa mais.

Agora estou 'sacudida' como dizia a vovó Zulmira, resgatando meus cabelos cacheados (essa novela não termina nunca), já com algumas linhas de expressão no alto dos meus quase 32 anos e não sou mais tão doce quanto uma lichia.

Acho que aprendi algumas coisas nos últimos tempos. Minha doçura é para coisas diferentes daquelas que valorizava alguns anos atrás.

Este é o primeiro dia de um retorno real ao blog. Mas vou trocar a foto. E gostaria de mudar o nome do blog também. O que vocês acham? Ou fecho este e começo um outro?

Conto com a ajuda de vocês!

Atualização: foto  alterada. Assim sou eu atualmente. Esta foto é do Natal de 2013.
Beijos
Lu Souza Brito

7ª Edição: BookCrossing Blogueiro - Prepara!!!!

Olá pessoal,

Estou aqui para dizer que já estou pronta para o Bookcrossing Blogueiro que acontecerá de 8 a 16 de novembro.
Quem tem contato comigo no facebook deve ter lido: apesar de ter alguns livros em casa que preciso doar, fui a um bazar beneficente na semana passada e comprei outros. Destes, por enquanto 'esquecerei ' somente um.
Estou lendo (comecei ontem e já quase acabei). A leitura é ótima, fácil, rápida, envolvente.A história se passa em uma vila simples da Espanha, tendo a natureza como pano de fundo.

O nome do livro é O Tigre Adormecido e a autora é Rosamunde Pilcher.  Ela também é autora de 'Os Catadores de Concha , Flores na Chuva, O Regresso, Sob o Signo de Gêmeos', entre outros...

Para aguçar a curiosidade de quem ainda não leu:

Pela primeira vez na vida, Selina Bruce não sabe o que futuro lhe reserva. Deixa para trás seu noivo e advogado em Londres e voa sozinha para uma ilha na costa da Espanha. Ela está a procura do pai que nunca conheceu, mas o que encontra é uma inesperada verdade acerca de si mesma e do homem com quem planeja se casar. A exótica San Antonio oferece a Selina muito mais do que dias ensolarados. Oferece o misterioso George Dyer, que lhe dá a chave não apenas do seu passado...mas do seu coração.

 Na próxima semana tenho consulta nos Hospital das Clínicas em São Paulo, e como a espera costuma ser longa, vou aproveitar para deixá-lo em um dos bancos. Quem sabe, até levo alguns outros?
Aviso assim que tiver concluído o desafio. :) Como sei que este é um movimento flexível, meu esquecimento será um pouco antes.

Apesar de ter uma banca móvel no hospital, é para compra e não doação de livros. Acho que quem encontrar, ficará bem contente!

E aí, vamos nessa? Pre-para, kkk
Quer participar? Não esqueça de avisar a Luma para que ela insira seu nome na lista de participantes.
Saiba mais aqui:  Luz de Luma 

Imagem do Google

Abrindo o jogo


Estava aqui lendo e comentando nos blogs depois de colocar a casa em ordem e me deparei com o post Coisas a confessar, da Nina, do Entre Mãe e Filha.
Queria muito dizer a Nina que ri e chorei com o post, porque me identifiquei. E por isso me inspirei a escrever este aqui. Aliás, não é a primeira vez que isso acontece, a Nina tem este dom, de através dos posts dela, fazer com que eu confesse meus pecados, kkkk. Obrigada Nina.

Vocês já sabem a minha luta contra  a artrite reumatoide, as fases péssimas e os períodos de controle, enfim, não vou me prolongar muito nisso.
O fato é que eu, por muitas vezes  me peguei perguntando a DEUS porque eu tinha que passar por isso, o que eu fiz para merecer. E eu não aceitava, não entendia.
E me via fazendo comparações com criminosos, com pessoas que maltratam crianças e para mim, parecia muito injusto que eu, uma pessoa que nunca fiz mal a alguém, sofresse tanto com algo assim. E aos poucos fui vendo minha vida sendo minada, minha alegria ir embora, meu corpo se deformando pelas articulações inchadas, manquei por mais de ano, precisei pedir ajuda para as coisas mais básicas do mundo, o ponteiro da balança aumentar muitos quilos pelo uso de altas doses de cortisona.
E aí eu desabei, tudo parecia demais para o meu entendimento. E eu ia a igreja, e ouvia a homilia falando de resignação. E abria meu evangelho espírita e a palavra que eu encontrava era a mesma.

Foi difícil, foi extremamente doloroso, mas eu passei e tirei de tudo um grande aprendizado. E o maior deles, é que eu não estou sozinha e que há momentos que é preciso parar e deixar de querer entender. E preciso colocar na mão de Deus. Porque nós não sabemos de nada, porque o Amor Dele é tão grande e tão intenso, que só quando o aceitamos e colocamos a nossa vida em suas mãos é que a cortina da dúvida se dissipa. Deus é o maior consolo, a Fé é capaz de superar qualquer barreira e sentir o conforto do Amor de Deus nos abre os olhos para os nossos erros, nossos equívocos, por vezes ingênuos, mas que aos poucos vai 'nos moldando'.

A verdade é que no meio dessa batalha, eu comecei a ver a Luciene que eu era de fato, não a que eu acreditava ser.  E eu senti muita vergonha, muita vergonha mesmo.

Eu sempre fui hostilizada e praticamente 'desdenhada' por todos na minha infância, ao menos era assim que ocorria para mim. E criei uma proteção, e a minha proteção era me destacar em algumas coisas, que ao menos para minha família, representasse algo bacana. E comecei a me sentir superior, bancando a coitadinha e fazia questão de cuspir na cara de todos o quanto me fizeram sofrer.

Eu ainda não havia entendido que me ofereceram o que podiam oferecer, eram outros tempos, outros costumes, muitas dificuldades. Eu era egoísta, pequena, rasa. Me colocava em primeiro lugar, incapaz de entender o motivo dos demais.

Foi no meio da dor que as coisas se mostraram para mim como eram de fato. Deus abriu meu coração e  curou-o das muitas feridas e do rancor. E aprendi a ter compaixão pelo próximo, aprendi mais sobre o perdão, sobre FAMÍLIA. Foi um momento de resgate, de autoconhecimento. Aliás,  foi não, está sendo, porque depois disso, minha vida tomou outro rumo e prossegue assim.

E a sensação que tenho agora é que todos os meus passos levam para este aprendizado tão necessário.
Minha soberba, orgulho, minha crítica excessiva...ainda hoje recebo confissões de familiares sobre meu comportamento, que tenho pressa, urgência em corrigir, melhorar.

Pode ser que discordem de mim (ou não), mas acho que a dor é sempre uma forma de nos fazer enxergar ou repensar sobre a nossa vida. E hoje sou muito grata por tudo que passei, caso contrário, jamais teria percebido que era somente um espinho quando eu posso ser até mesmo uma rosa.

Se você chegou até o fim do texto, obrigada por sua paciência.
Um beijo
Lu Souza Brito

Tem alguém aí?

Alô, alô marcianos, aqui quem fala é da Terra.

Não cabe perguntar se tem alguém aí, já que quem saiu e não voltou fui eu, não é mesmo?
Os facebookianos eu vejo e tenho notícias, mas aiiiiii como ando com preguiça de escrever. Desaprendi.

Eita ano bom este ano de 2013 viu? Estou besta com tanto de vida que ganhei nesse ano. Uma força, energia, disposição, mudanças, que as vezes nem me reconheço.

Falta menos de 4 meses para o fim dele e não cumpri algumas promessas do ano passado. E quer saber? eu não estou nem preocupada porque aconteceram tantas outras coisas não prometidas, impensadas, que deixou bem equilibrado os outros desejos.

Minha saúde está estável, graças a Deus e ao tratamento, feito com cuidado e dedicação do profissionais do HC e minha conduta em fazer tudo certinho, respeitando as prescrições.

O processo de engorda / incha infelizmente não passou ainda. AINDA.  Teste de paciência dos grandes, porque querendo ou não, o que mais incomoda é o que os outros 'acham' ao ver a gente com cara de  bolacha. E mesmo com alimentação controlada, exercícios e tudo mais, parece que o 'trem' não sai da gente. A fome de somaliana já passou com a redução dos corticoides, mas ainda assim, segundo os médicos, estou com uma dosagem muito alta de medicação para me manter sem dor.

Lembrei da Aline que passava por aqui um tempo atrás. Ela também tem artrite e ficou bem com a Arava (leflunomida). Estou tomando este a 4 meses e fez um bem danado. Praticamente tirou as dores. Queda de cabelo e diarreia são alguns dos efeitos colaterais que senti, mas fazer o que?

Em junho participei de um fórum, recomendado pela Sonia (Borboleta Sominiando na Suécia) e fez uma diferença tremenda na minha vida. Me abriu os olhos, me mostrou quem eu sou, como pareço para os outros, enfim, o que eu sabia sobre mim, o que eu não sabia, o que eu não sabia que não sabia. kkkk
Ficou confuso? Falo mais outra hora, mas recomendo falar com a Sonia a respeito. Só digo uma coisa: VALE A PENA. Aliás, vale a galinha inteira (piadinha infame).

Viajei para Buenos Aires em agosto. Foi uma delicia e muito bem aproveitada. Conto mais depois.

Estudei bastante o semestre passado e agora dei uma pausa para gastar um pouco comigo. Claro que o estudo de outra lingua é um mega investimento em si mesmo, mas é que neste momento eu quero investir também em lazer, digo, viajar um pouco, curtir sem ficar olhando todo dia o orçamento familiar. Foram 5 anos de investimentos em casa, graduação do marido, etc. E infelizmente, para fazer uma coisa, é preciso abrir mão de outra. Semestre que vem eu retorno, sem neuras e sem culpa.

Estou assim, de bem com a vida, com o mundo. Vendo tudo por uma nova perspectiva. Sonhando mais e sabendo o que fazer para concretizar estes sonhos.
Eu sei que vocês entendem e não preciso me desculpar pela ausência. Sinto falta e todos aqueles que tem o Feed, eu recebo e leio por email os posts.
Adoro estar aqui, mas não vou prometer nada. Estou trabalhando a parte de cobranças, de outros e de mim mesma. Este é um espaço que me faz sentir bem, mas sem obrigações, não é assim?

Ganhei este Happy de presente de aniversário.

Vou visitá-los aos poucos. 
Um beijo
Lu Souza Brito


Lichia Doce no concurso: Um Casamento - Mil Lembranças


Oi gente!!! Sumi né?
Sumi porque estou fazendo um tantão de outras coisas bacanas. Estou lendo bastante, me aplicando mais ao curso de inglês, já que pretendo começar a viajar mais daqui pra frente.
Estou também me inscrevendo para alguns cursos para aprimoramento pessoal e profissional. Graças a Deus passando por uma fase muito legal, com bastante saúde, movimento... Realizando pequenas coisas que estão me deixando muito feliz!

Mas hoje estou aqui para fazer um convite:

Estou participando do Concurso: Um Casamento, Mil Lembranças - no Blog da Somnia: Borboleta Pequenina Somniando na Suécia.

Convido-o não somente para dar uma conferida no meu texto, sobre minhas memórias sobre este dia lindo que foi o dia do meu casamento, como também a participar...Acho que a Somnia prorrogou o prazo para envio do texto.   Espero sua visita por lá.

Veja Aqui:
http://borboletapequeninanasuecia.blogspot.com.br/2013/05/um-casamento-mil-lembrancas-luciene-e.html?showComment=1368554634238

Beijos e obrigada
Lu Souza Brito

" A Moreninha' no Bookcrossing

Minha participação por ora no Bookcrossing Blogueiro foi com o romance  " A MORENINHA' do escritor brasileiro Joaquim Manuel de Macedo, publicado em 1844.

Esse livro faz parte da fase do romantismo no Brasil, considerado o primeiro romance tipicamente brasileiro, pois retratou hábitos da juventude burguesa carioca, contemporânea á época de sua publicação.

A Historia:

Quatro estudantes de Medicina (Filipe, Leopoldo, Augusto e Fabrício) passam o feriado na casa da avó de um deles, numa ilha. Um deles apostou que se ficasse apaixonado por uma mulher por mais de quinze dias, escreveria um romance contando a história desta paixão. A partir daí, conhece Carolina (a Moreninha que dá título ao livro) por quem se apaixona. O único obstáculo á união dos dois é a promessa de fidelidade feita pelo estudante a uma menina que conhecera na infancia e cujo paradeiro e identidade, ignorava. Porém, este empecilho é resolvido no final do livro, causando surpresa aos leitores e personagens do enredo 
(fonte: Wikipédia).

A minha história com o livro:
Ganhei este livro na adolescência e o que, a principio, me chamou mais atenção, eram as palavras e expressões antigas (ex: passou-lhe uma carraspana). Lembro que na época, eu lia, anotava e ia perguntar a minha vó ou alguém mais velho o significado. 
E assim como outros livros que ganhava, eu sempre emprestava e depois eles iam para a estante.

E por lá ele ficou nos últimos 12 anos, pelo menos. Confesso que ainda não estou tão aberta assim a sair doando meus livros. O que gosto mesmo é dos livros em circulação, como já disse em outras participações, que é o ato de emprestar a alguém, mas na certeza de quando terminar a leitura, os mesmos retornarão para mim. Um dia conseguirei praticar o desapego sem sofrimento. Devagar e sempre!

Pois bem. a Moreninha eu deixei no balcão de informações de um supermercado no centro da cidade no sábado passado. Estava aguardando minha irmã e assim como quem não quer nada, coloquei-o  no balcão, conversei com a atendente e depois sai, de fininho. Desta vez, sem ser percebida.


Outros dois que ainda vou esquecer no próximo mês é o Livro 100 Crônicas, de Mario Prata e Feijoada no Copa, de Chico Anísio.

Estes dois, confesso que estou relendo....somente por isso não os deixei.

Beijo a todos
Lu Souza Brito